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Grupo KNK • Baixada Santista

Respeito no Trabalho

Toda pessoa merece trabalhar e ser atendida com dignidade, segurança e respeito.

Nosso compromisso vale na relação com colegas, líderes, moradores, síndicos, visitantes, fornecedores e prestadores. Inclui os postos de trabalho, a sede, as visitas e as comunicações ligadas ao serviço.

O que não aceitamos

Assédio moral

Condutas abusivas repetidas que humilham, constrangem ou degradam as condições de trabalho, como gritos, ameaças e isolamento deliberado. Um fato isolado também pode ser grave e deve ser comunicado.

Assédio sexual

Abordagens, comentários, mensagens, insistência ou chantagem de natureza sexual sem consentimento, por chefias, colegas ou terceiros. Silêncio, medo ou falta de reação não significam consentimento.

Discriminação

Tratamento injusto ou inferior por cor, raça, origem, nacionalidade, religião ou ausência dela, gênero, orientação sexual, identidade de gênero, idade, deficiência, gravidez, condição de saúde ou situação econômica.

Violência e exposição

Agressões, ameaças, intimidação e divulgação de conteúdo ofensivo, sexual ou discriminatório. Também é inadequado expor fotos, documentos ou dados pessoais sem necessidade e autorização cabível.

“Foi brincadeira” não elimina o constrangimento.

Tratamento respeitoso e nome social

Trate a pessoa pelo nome e pelo gênero com que ela se identifica e se apresenta, inclusive em mensagens escritas e no atendimento. Em dúvida, pergunte com respeito como prefere ser chamada.

Corrija um erro de tratamento com naturalidade. Insistir no tratamento inadequado, ridicularizar ou fazer perguntas invasivas sobre a vida íntima é conduta inadequada.

Na portaria e no controle de acesso, aplique os mesmos critérios objetivos a todas as pessoas. No WhatsApp e nas redes sociais, preserve a dignidade e a privacidade de colegas e terceiros.

Como pedir ajuda

  1. Cuide da sua segurança. Não se coloque em perigo para reunir provas.
  2. Use a Ouvidoria, inclusive sem se identificar. Você também pode procurar a supervisão ou o RH. Se a situação envolver sua liderança, procure o RH ou a Diretoria pelos contatos corporativos habituais.
  3. Conte o que aconteceu e informe se existe risco atual. Não é necessário ter prova completa para relatar. Testemunhas também podem comunicar o que presenciaram.
  4. Preserve os registros originais que já possui. Não altere arquivos, não acesse contas de terceiros e não publique o relato nas redes.

Proteção contra retaliação

É proibida qualquer retaliação contra quem relata de boa-fé ou testemunha. A falta de confirmação de um relato não significa, por si só, má-fé de quem o apresentou.

Os relatos devem ser tratados com discrição e acesso restrito às pessoas necessárias à apuração, com escuta e tratamento justo. Não é possível prometer sigilo absoluto em todas as etapas.

Se a conduta partir de um cliente ou terceiro, o colaborador não precisa suportar o constrangimento para preservar o cliente. Procure apoio e relate os fatos.

Acessar a Ouvidoria

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