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Vizinhança Colaborativa: a rua inteira monitorada

Vizinhos dividem o custo de um sistema que nenhum deles contrataria sozinho — e a rua toda passa a ser coberta.

Torre da Vizinhança Colaborativa instalada em via residencial

Câmera na fachada vê o portão de uma casa. Não vê quem passou antes, de onde veio nem para onde foi. É por isso que tantas ocorrências terminam com várias imagens e nenhuma resposta.

Na Vizinhança Colaborativa, os moradores e comerciantes de uma rua ou quadra se organizam e passam a ser atendidos por um sistema único, integrado à central 24 horas da KNK. O custo é dividido; a cobertura é do conjunto.

Indicado para: Ruas residenciais, quadras comerciais, associações de moradores e grupos de vizinhos que querem segurança compartilhada com custo dividido.

Escopo

O que está incluído

Projeto por rua ou quadra

Levantamento dos pontos de entrada e saída da via, definição das posições de câmera e dimensionamento conforme a extensão e o fluxo.

Integração à central 24h

As imagens chegam à mesma central que atende os condomínios, com procedimento de acionamento definido com o grupo.

Rateio entre os participantes

O custo de implantação e de manutenção é dividido entre os aderentes, o que torna viável um sistema fora do alcance de um orçamento individual.

Grupo de comunicação

Canal direto entre vizinhos e central, para comunicação de ocorrências e alertas ao conjunto.

Em operação

Vizinhança Colaborativa instalado

Vista aérea do litoral com os pontos atendidos pelo Grupo KNK
Vista aérea do litoral com os pontos atendidos pelo Grupo KNK

Dúvidas frequentes

Vizinhança Colaborativa: o que os síndicos perguntam

Quantos vizinhos preciso reunir para viabilizar?

Depende da extensão da via e do número de pontos necessários. Fazemos o levantamento da rua e apresentamos o custo por participante em diferentes cenários de adesão, para o grupo decidir com o número na mão.

Quem pode ver as imagens?

O acesso é definido no projeto e restrito conforme a regra acordada com o grupo. Imagens de pessoas em via pública são dados pessoais segundo a LGPD, o que exige finalidade definida, prazo de retenção e controle de quem acessa — pontos que documentamos na implantação. A conformidade do arranjo específico da sua rua deve ser validada com orientação jurídica.

E quem não participar do rateio?

O sistema monitora a via, que é pública, e não a propriedade de cada participante. A adesão define quem tem acesso ao serviço, ao canal de comunicação e ao atendimento da central.

Cobertura

Onde este serviço é prestado

Vizinhança Colaborativa com equipe e supervisão locais nas cidades onde a KNK opera.

Vamos avaliar o seu condomínio?

Fazemos vistoria presencial antes de qualquer proposta. Sem visita, orçamento de portaria e limpeza é chute.

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